1480 29 Abril , Toledo
Comisión al arcediano D. Antón de Paz que apremie al conde de Camiña a que dé libertad a García Sarmiento y a Fernando de Camba, poniéndose cerco a la fortaleza Sobroso, donde les tiene prisioneros, si se negase a ello.-Reyes.
1480 29 Abril , Toledo
Comisión al arcediano D. Antón de Paz que apremie al conde de Camiña a que dé libertad a García Sarmiento y a Fernando de Camba, poniéndose cerco a la fortaleza Sobroso, donde les tiene prisioneros, si se negase a ello.-Reyes.
28 Marzo 1480 , Beja (Portugal)
Carta do Principe D. Joao a D. Isabel , Rainha de Castela , Leao e Aragao ,sobre a libertaçao de alguns presos
Aa muy alta e muy excelente princesa Sechora dona Isabel , per gracça de Deus Rainha de castella de lyom e d aragom.
Muy alta e exçellemte prinçesa Senhora Nos dom Ioham per gracça de deus primçepe primogenito herdeiro dos Regnos de portugal e dos algarues d aaquem e d aalem mar em africa nos encomendamos em vosa merçee., vimos a carta que vossa senhoria nos escreueo sobre certos prisoneiros que o CONDE DE CAMINHA em seu poder tem os quaees prendeo no tempo da guerra Rogando nos que os fezessemos soltar segundo que per bem do trato das pazes somos obrigado.,
E porquanto o dicto COMDE HE VOSO VASSALLO E NATURAL E TODAS SUAS TERRAS E RENDAS TEM EM VOSOS REGNOS E ESTA EM VOSSA OBEDIENÇIA E SERVIÇO
¿JUNIO? 1480
Requerimiento hecho , en nombre del rey de Portugal , por el licenciado Fernando Figueredo acerca del incumplimiento de los capítulos de paz concertados referentes a castellanos al servicio de Portugal.
Muy altos et muy poderosos et muy excelentes senhores. Esto hee ho que el rey de Portugal meu senhor, me mandou requerer a vossas altrzas per virtude das creeças , que vos dada tenho.
Primeiramente.....
Item senhores , falando no Conde de Caminha , dit ho dito rey , meu senhor , que Vossas Altezas ho devem mandar restituir a Bayona e toda las outras cousas ,que possuya a o tempo que se juntou con ou dito rey ,meu senhor, segundo se contem no capytolo geeral que de tays restituyçoees fala , ao que non faz embargo algúas deferenças et dissensoeés , em que o dito conde anda con algús seus contrairos por carrego de sua honrra; no qual Vossas Altezas devem detender e proveer per vya de justicia et de temperança, que se antre tays pessoas deve teer em semelhantes casos, epor esto nom se deve retardar a dita restituyçam