domingo, 24 de junio de 2018

DOCUMENTOS: FERNAN YAÑEZ DE SOTOMAYOR.


  Escrituras de los notarios de Pontevedra Pedro Frutuoso y otros sobre la jurisdicción de los arzobispos de Santiago en la villa, de las que da fe, por hallarlas en los registros, Pedro Fiel, escribano de número de Pontevedra.

1533, enero, 24. Pontevedra:

DOCUMENTO : ALVARO DE SOTOMAYOR ( AÑO 1494).


  Escrituras de los notarios de Pontevedra Pedro Frutuoso y otros sobre la jurisdicción de los arzobispos de Santiago en la villa, de las que da fe, por hallarlas en los registros, Pedro Fiel, escribano de número de Pontevedra.

1533, enero, 24. Pontevedra:

jueves, 31 de mayo de 2018

DOCUMENTO :FERNAN YAÑEZ DE SOTOMAYOR (AÑO 1430).

Nota de las Cartas que el Sr. Almirante dio días personas d quien dio Capitanías de naos el año de mil y cuatrocientos y treinta años.

 Yo D. Fadnque, Almirante de Castilla, por facer merced á vos N, vecino de N, é por cuanto entiendo que cumple al servicio del Rey nuestro Señor é honra mia, tengo por bien y me place que seades Capitán de una de las naos quel dicho Señor Rey manda armar este año que viene de mil é cuatrocientos é treinta años: é por esta mi carta mando de parte del dicho Señor Rey, é ruego y digo de la mia al armador que por el dicho Señor Rey fuere, que vos dé é faga dar la dicha nao, é que vos recuda y faga recudir con todos los maravedises que por razón de la dicha Capitanía ó en otra manera debades haber, segund que el dicho Señor Rey manda é se hizo en el tiempo pasado: é eso mesmo mando al Maestre de la dicha nao, é á todas las otras personas que en ella fueren en servicio del dicho Señor Rey, que vos hayan é reciban por Capitán della, é fagan y cumplan vue.stro mandado segund en costumbre está de se facer; é desto vos mandé dar esta mi carta,, firmada de mi nombre é sellada con su sello. Fecha &c 

Las personas, d quien el Sr. Almirante dio los Capitanajes. de las treinta naos y ballineres que el Sr. Rey mandó armar el añade mil t cuatrocientos, é treinta años, son estos, que se siguen:

A Juan de Soria, Capitán mayor de las dichas naos é ballineres, una... 1

A Fernand Yañez de Sotomayor para él é para Fernando de Romay, su compañero, dos....                                                                                                       2 

etc..
                         ............................................

miércoles, 30 de mayo de 2018

PEDRO ALVAREZ DE SOTOMAYOR : LIBRO-LECTURA (AÑO 1476 )(II).

"....

    De como romperam as batalhas, e as do Príncipe venceram as d´El- Rei D. Fernando, e a d'El Rei D. Fernando venceu a d´El- Rei D. Afonso, que se recolheu a Crasto Nunho, e do mais que se seguiu até fim da batalha

    E postas e ordenadas com espantosa vista as azes de uma parte e da outra para encontrar, sendo já casi sol posto, El-Rei mandou dizer ao Príncipe que com sua benção rompesse logo, o qual por lhe obedecer e cumprir o que tanto desejava, depois de em ambas as batalhas se fazer pelas trombetas sinal de batalha, elle e assi seus capitães com singular destreza e maravilhoso esforço, deram assi rijamente nas batalhas contrairás, que nem podendo ellas soffrer nem resistir tanta força, logo uma após outra foram desbaratadas e postas em fugida. 

   E para aquella hora ante da peleja deu o Príncipe á sua gente por apellido S. Jorge e S. Christovâo, S. Jorge por padroeiro de Portugal, e S. Christovâo por devoção de Jorge Corrêa, commendador do Pinheiro, que na mesma hora lh'o lembrou ; era alferes do Príncipe que levava sua bandeira Lourenço de Faria, homem fidalgo, que n'este dia e em todo los outros por sua obediência e esforço o fez como bom cavalleiro, e o Príncipe por tal o reconheceu sem pre.

    E assi como as batalhas do Príncipe no desbarato fizeram a estas d'El Rei D. Fernando, assi a batalha grande d'El-Rei D. Fernando fez na d'El-Rei D. Affonso, que sem alguma força nem resistência a rompeu logo, e destroçou com damno e mortes de muitos, e não foi sem causa ser assi, porque na batalha do Principe era a frol dos fidalgos e nobre gente de Portugal, que falleceram n'esta d'El-Rei D. Affonso, e mais na batalha d'El-Rei D. Fernando vinha muita e mui grossa gente d'armas eucubertados, além dos ginetes, e mais lançaram diante de si uma gram soma d'espingardeiros, que ao romper fizeram com seus tiros fronteiros duvidar e enfiar os cavallos e a gente da batalha d'El-Rei D. Affonso. 

  Na qual sendo elle com sua bandeira dos dianteiros, acharamse com elle ao tempo do encontrar -mui poucos, entre os quaes eram D. Gomez de Miranda, Prior de S. Marco em Castella, e Bispo que depois foi de Lamego em Portugal. 

  E por tanto vendo-se em alguma maneira da victoria desesperado, conveio-lhe volver e procurar por sua salvação, parecendo-lhe que pois a sua batalha onde a mais força estava fora desbaratada, que a do Principe seu filho em que havia menos gente e de que não havia vista nem recado, também seria perdida. 

  Pelo qual havendo já suas cousas por chegadas ao derradeiro estremo de desaventura, vendo já diante entre si e a ponte de Touro muita gente contrairá, crendo que sem ser morto ou preso se não podia já á dita ponte recolher, foi aconselhado por Pedralvares de Souto-Maior, conde de Caminha, e por João de Porras, e por outros poucos que o sempre acompanharam, que por aquella noite se acolhesse á fortaleza de Crasto Nunho, que estava por elle, e assi o fez. 

BATALLA DE TORO (II).

De como romperam as batalhas, e as do Príncipe venceram as d´El- Rei D. Fernando, e a d'El Rei D. Fernando venceu a d´El- Rei D. Afonso, que se recolheu a Crasto Nunho, e do mais que se seguiu até fim da batalha

    E postas e ordenadas com espantosa vista as azes de uma parte e da outra para encontrar, sendo já casi sol posto, El-Rei mandou dizer ao Príncipe que com sua benção rompesse logo, o qual por lhe obedecer e cumprir o que tanto desejava, depois de em ambas as batalhas se fazer pelas trombetas sinal de batalha, elle e assi seus capitães com singular destreza e maravilhoso esforço, deram assi rijamente nas batalhas contrairás, que nem podendo ellas soffrer nem resistir tanta força, logo uma após outra foram desbaratadas e postas em fugida. 

   E para aquella hora ante da peleja deu o Príncipe á sua gente por apellido S. Jorge e S. Christovâo, S. Jorge por padroeiro de Portugal, e S. Christovâo por devoção de Jorge Corrêa, commendador do Pinheiro, que na mesma hora lh'o lembrou ; era alferes do Príncipe que levava sua bandeira Lourenço de Faria, homem fidalgo, que n'este dia e em todo los outros por sua obediência e esforço o fez como bom cavalleiro, e o Príncipe por tal o reconheceu sem pre.